TRABALHO INVESTIGATIVO : SAIS DE BANHO
Este blog foi criado através do curso MGME,oferecido pela Secretaria de Estado da Educação. Somos da turma 5 do curso de formação continuada em Ciências. Este curso é destinado a professores de Ciências dos anos finais do Ensino Fundamental. Participe ! Seja crítico !
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013
OFICINA 3
OFICINA
3 – PERSPECTIVA DE AVALIAÇÃO
1.
Qual
a importância da Avaliação no Processo de Aprendizagem ?
Identificar o nível de conhecimento do aluno e
monitorar, revisar conceitos, posturas e metodologia com o intuito de atingir o
desenvolvimento pleno do aluno . E também é importante fazer a avaliação do
trabalho docente.
2.
Quais
instrumentos de Avaliação Contínua são ou devem ser utilizados para
desenvolvimento da Competências Leitora e Escritora dos alunos ?
Leitura e interpretação de textos e artigos
científicos; Interpretação de tabelas, gráficos e imagens; Avaliação orl e
escrta; Postura do aluno; Atividades diárias; Utilização de mídias; Jornais e
relatórios e filmes.
3.
Quais
estratégias podem ser utilizadas para retomada dos conteúdos que não Foram
contemplados, considerando as habilidades e competências.
Através da recuperação paralela e contínua com
mudança de estratégia, observando as competências e habilidades não adquiridas
pelo aluno. Trabalhar de forma lúdica, trabalhar em grupo e socializar. Além
disso propor saídas culturais relacionadas ao conteúdo ensinado.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
ENCONTRO PRESENCIAL - OFICINA 1 E 2
OFICINA 1 E 2 : ENSINO POR INVESTIGAÇÃO E SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM E SEUS ELEMENTOS NORTEADORES
VIDA E AMBIENTE: Relações com o ambiente -dia 17/09/2013
Componentes:
Cecília Aparecida da
Silva
Joilson de Souza
Porto
Lucila Elaine Sampaio
Carnelos
Maria do Socorro
Lopes
Natalia Bergas
Faustino
Roberta Guasti de
Paula e Silva Claussen
·
Tempo
previsto: 5 aulas
·
Publico-alvo:
9ºano
·
Sondagem:
Através
de uma discussão em sala e uma dinâmica em grupo, levantar o conhecimento
prévio dos alunos, sobre a importância da visão e os problemas relacionados a
ela.
-
Descrição da dinâmica:
O
professor pergunta aos alunos: Conseguimos ver nitidamente objetos que estão
próximos e os que estão
distantes
ao mesmo tempo? Em seguida, escreve uma palavra ou faz um desenho na lousa.
Cada
aluno,
no fundo da sala, segura uma folha de papel com uma palavra a uma distância de
20-
30cm
de seu rosto, tentando enxergar simultaneamente a palavra na lousa e a palavra
na folha de
papel.
Espera-se que os alunos percebam que não é possível enxergar as duas imagens
nitidamente
ao mesmo tempo. Quando a imagem da folha de papel se torna nítida, a da lousa
fica
embaçada, e vice-versa.
O
professor explica aos alunos o porquê da existência do mecanismo da focalização
(o olho não é
capaz de ver nitidamente objetos próximos e distantes ao mesmo tempo). Pode
discutir
também
algumas dificuldades visuais e a necessidade de correção. Sugere-se que os
alunos que
usam
óculos, por exemplo, exponham suas percepções.
·
PROBLEMATIZAÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO:
- Comentar com os alunos sobre as pessoas
que estão, por exemplo, em um ponto de ônibus, e não conseguem enxergar o nome
do ônibus, e acaba perguntando para
alguém. Qual problema essa pessoa poderia ter na visão? Nesse momento
entraria uma discussão, levantamento de hipóteses, até chegar em um problema de
visão que é a miopia. E nesse momento o aluno deverá saber sobre alguns
problemas de visão, por causa do levantamento prévio já realizado.
·
BUSCA DE DADOS DE FORMA DIVERSIFICADA:
- Os alunos podem ser divididos em pequenos
grupos e fazer uma pesquisa para comprovar as hipóteses levantadas na sondagem,
através da internet, biblioteca da própria escola, vídeos e livros didáticos.
-Sugestões de sites: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/corpo-humano-sistema-sensorial/visao.php;
http://www.vejam.com.br/artigos/;http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/visao.htm
- Vídeos:
Cada grupo vai ajuntar suas informações e
entregar um trabalho escrito e apresentar um seminário. Após essa etapa
confeccionar cartazes para colocar pela escola para todos entender a nossa
visão e a sua importância.
·
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E EVOLUÇÃO CONCEITUAL
(E O CONFLITO)
O conflito podemos observar no momento da
dinâmica, onde eles terão que perceber que não tem como eu ver duas coisas
diferentes, de distâncias diferentes e ao mesmo tempo ver as duas coisas
nitidamente. Em cima dessa dinâmica, já descrita, eles terão que explicar
depois de toda essas etapas porque isso acontece.
·
SISTEMATIZAÇÃO
E APLICAÇÃO DO CONHECIMENTO EM SITUAÇÕES NOVAS
Os alunos entrevistaram um número de
pessoas para saber os problemas de visão que elas tem, e qual a importância da
visão para essa pessoa. Após a entrevista terão que lançar em um gráfico, onde
mostraremos em sala de vídeo ou na informática no data show os resultados
obtidos de cada aluno e as considerações finais de cada grupo.
·
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
- Interagir em grupo
- interpretar textos e tabelas
- Compreender as estruturas da visão, sua
importância e os problemas que estão relacionados
- Reconhecer os problemas de visão
-Identificar e explicar os mecanismos
básicos de funcionamento do olho humano e os problemas que podem ser
desenvolvidos e saber diferenciar um problema do outro.
- Levantar hipóteses
- Julgar preposições
- Saber criticar e argumentar.
·
RECURSOS:
-LOUSA
-GIZ COLORIDO
- APAGADOR
- SALA DE AULA
- SALA DE VÍDEO
- SALA DE INFORMÁTICA
- BIBLIOTECA
- APOSTILA VOLUME 3 DE CIÊNCIAS
- LIVROS DIDÁTICOS
·
AVALIAÇÃO
Será contínua, sendo avaliada cada etapa
que os alunos produzirem, através de debates, questionário,seminário e
entrevista.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
DEPOIMENTOS SOBRE LEITURA E ESCRITA
DISCUSSÕES NO FÓRUM SOBRE LEITURA E ESCRITA:
- Ao utilizar os textos científicos levo em consideração os objetivos educacionais adequados às séries/ano de ensino, definidos pelas competências que os alunos precisam desenvolver ao longo dos anos de estudo. Como por exemplo, para os anos iniciais o desenvolvimento da leitura deve ter como meta a compreensão de textos mais informativos e descritivos, e a meta da escrita deve ficar no nível da apresentação de dados ou informações e textos descritivos curtos. Para anos avançados a leitura e a escrita devem ser analíticas e criticas. A competência leitora e investigadora articula-se pelos meios de habilidades e competências a serem desenvolvidas pelos alunos.
- Quando uso algum texto científico em sala busco sempre algo com gráficos para poder interpretar. Friso muito com os alunos a importância de saber ler gráficos e tabelas e o quanto isso vem sem cobrado nos vestibulares. Porém, muitos alunos chegam sem saber ler no 7º e 8º anos o que prejudica muito o trabalho do professor. Por isso busco um planejamento específico para cada sala, para tentar abranger o máximo de alunos possível.
- Acho muito importante trabalhar textos científicos com os alunos. Os textos devem estar de acordo com a idade e série dos alunos.
- Tive a experiência de selecionar o texto de uma revista que falava sobre a degradação do solo. Primeiramente pedi que os alunos lessem o título e observasse as figuras. Então os perguntei: O que quer dizer o titulo do texto? O que mostra a figura? Ela tem alguma coisa haver o título? Depois os perguntei: alguém poderia nos dizer qual é o tema do texto? E do que ele se trata?Enumerei as contribuições na lousa e depois a medida que fomos lendo o texto eu ia apagando as hipóteses que não foram encontradas no texto.Foi uma atividade muito divertida, pois todos queriam acertar e as hipóteses que não foram comprovadas eu elogiei os alunos afirmando que eles quase acertaram. Na próxima vocês conseguem!
- Em nossa área devemos estar sempre ligados no que está ocorrendo no mundo, a ciência não é exata está sempre surgindo novidades, estas as vezes, onde os nossos alunos com mais tempo disponível e tecnológicos, a frente de nós.
- Nas séries inciais primeiramente trabalhar os diferentes tipos de textos. Os alunos devem perceber que existem diferenças em textos de jornais, livros didáticos e textos científicos. Auxiliar os alunos na leitura e na interpretação de gráficos. Nas séries finais após a leitura de textos diferenciados eles devem fazer críticas e aprender a fazer comparações com o tema solicitado.
- O caderno do aluno serve de apoio para o nosso plano de aula E com estratégias diversas e textos selecionados para auxiliar a nossa prática, hoje algumas situações de aprendizagens estão coloridos com imagens que despertam a curiosidade do aluno, a praticidade do caderno para o aluno é o fato das atividades estarem impressas, utilizo também para passar como lição de casa.O currículo do estado de São Paulo e o conteúdo do programa do livro didático não corresponde, por isso há necessidade de fazer as adequações.
- ADEQUAÇÃO acho que essa é a palavra chave em tudo na educação. A apostila deixa a desejar em muitos momentos e por não fazer parte do planejamento prévio do professor deixa a desejar na busca de um material complementar como no caso, o texto científico.
- Acredito que os textos científicos são excelentes ferramentas em sala de aula quando usado corretamente. Através da leitura, análise e interpretação do texto, desperta nos alunos a curiosidade e os questionamentos. Eles contam suas experiências e o professor media a discussão e os alunos constroem seu conhecimento através da leitura, interpretação e de suas próprias experiências trocadas entre os colegas de sala. Isso traz uma maior proximidade com os alunos e você conhece melhor sua vida e as suas experiências e nos ajuda a criar novos caminhos para levá-los ao verdadeiro conhecimento científico.
- Os textos cientificos são muito importantes, desde que sejam bem planejados e acompanhados por uma boa estratégia de trabalho. Tudo em busca de uma melhor competência leitora e escritora , além de debater as questões com os alunos e desenvolver assim as competências e habilidades.
- Os textos científicos despertam a curiosidade e a opinião crítica dos alunos. Quanto as experiências que vivenciei em sala de aula, vale a pena ressaltar que textos científicos devem ser informativos e curtos, para que os alunos possam identificar o objeto que está sendo estudado e entender a utilização de conceitos,de teorias e de uma linguagem mais complexa. Além de uma ordem de raciocínio que o estudante nem sempre está familiarizado. Precisamos trazer para os alunos "o diferente ", despertando assim a curiosidade.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Criar um Site Grátis
http://pt.wix.com/criarseusite/-criar-um-site?utm_campaign=fb_pp%7Cp_pt-c_BR-g_m-a_26t27-r_f-bc_n-ca_darkamy&experiment_id=6009640378316&ifcontext=ckat0000000kda
Olha que interessante, podemos criar ate um site se quisermos.
Olha que interessante, podemos criar ate um site se quisermos.
Conhecer textos expositivos e instrucionais para questionar.
Mergulhar nos textos expositivos e instrucionais é o caminho para que a garotada compreenda a linguagem da ciência, seu método de produção e seus limites.
Antes de começar a ler esta reportagem, pare um pouco. Olhe à sua volta. Agora, verifique o seguinte: nesse rápido passeio, quanta ciência há ao redor? Pense nas roupas que usamos, nos móveis do ambiente e, é claro, nas páginas desta revista - para produzir e levar este exemplar às suas mãos, foram mobilizados saberes de diversas áreas de conhecimento, da Matemática dos computadores em que estas letras foram digitadas à Química da composição dos pneus dos caminhões que transportaram os exemplares até as bancas. Para onde quer que se olhe, há ciência.
"Hoje, os estudantes já nascem inseridos num mundo científico-tecnológico. Para que eles o entendam, têm de aprender o conteúdo científico e como ele é produzido, até para poder criticá-lo", diz Marcos Engelstein, professor de Biologia e assessor de Ciências do Colégio Anglo-Brasileiro, na capital paulista. Essa preocupação inclui usar esse saber para fazer escolhas - como comer ou não alimentos com gordura trans - e também para entender seu limites - como identificar propagandas em que afirmações como "testado cientificamente" não passam de engodo. A ciência, afinal, não é neutra nem detentora de verdades absolutas. Levar a turma a perceber isso é uma das principais tarefas da leitura na disciplina apoiada principalmente no uso do livro didático (leia o quadro "Todos os recursos do livro didático").
Em sala de aula, os gêneros mais explorados (veja o quadro abaixo) têm características próprias do discurso científico: a busca da objetividade, precisão e uso de terminologia específica, sem espaço para a polissemia (quando uma palavra assume diversos significados). Embora haja lugar para textos jornalísticos e até literários, os principais materiais de leitura na disciplina seguem sendo o texto expositivo e o livro didático. Ao "traduzir" o artigo científico para um público mais amplo (lembremos que, na academia, um pesquisador escreve para seus pares, também especialistas no assunto), o livro didático o modifica, tornando-o mais palatável e compreensível pelo público leigo na forma de textos expositivos científicos.
Usar esse recurso como um material de apoio para ensinar o conteúdo faz todo o sentido. O problema é que muitos professores acabam transformando-o na aula em si. Isso faz com que o livro seja a única fonte de conhecimento e, nesse caso, em vez de contribuir para ampliar a visão de mundo do aluno, acaba por fechá-la. Tanto pior se o docente apenas pedir à turma para que leia determinado capítulo e responda um questionário sem se preocupar com a compreensão do conteúdo lido.
Há ainda outra consideração importante: mesmo que seja mais simplificado, o texto do livro didático requer um processo de interpretação complexo. Por envolver diversos gêneros tanto em linguagem verbal quanto imagética, sua leitura exige do aluno um conjunto de habilidades que permitem a ele contemplar a diversidade de cada tipo de texto e perceber as relações entre eles. Por isso, vale a pena criar oportunidades para que, no início do ano, todos possam explorar o livro. Algumas perguntas ajudam a chamar a atenção para as condições de produção e para a organização da obra. Quem são os autores? Eles deixam alguma mensagem para nós? Que assuntos vamos estudar? Há figuras e tabelas? Para que servem?
Gêneros privilegiados em Ciências
Texto instrucional
Típico das experiências práticas, caracteriza-se por uma sequência de instruções que, se mal interpretadas, podem levar a conclusões incorretas. Investigar as imagens que geralmente acompanham o texto escrito, complementando seu sentido, auxilia na compreensão do conteúdo.
Texto jornalístico
Ao aproximar o conteúdo escolar dos fatos cotidianos, reportagens de jornais e revistas (sobretudo as de divulgação científica) possibilitam discussões sobre saúde, alimentação, meio ambiente e tecnologia.
Ele têm linguagem mais simples e permitem que assuntos controversos entre os cientistas sejam discutidos pelos alunos.
Texto expositivo
Característico dos artigos científicos, também aparece nos livros didáticos. É um texto fechado, sem espaço para várias interpretações. "Baseado em comprovações obtidas por meio de experiências, o autor deixa claro o caminho que fez para chegar à conclusão, comprovando ou refutando uma hipótese inicial", diz Marcos Engelstein. O livro didático tem a vantagem de simplificar o discurso científico. Mas, para fazer os alunos avançarem, é preciso colocá-los em contato com textos que circulam no meio acadêmico, mais complexo.
Texto instrucional
Típico das experiências práticas, caracteriza-se por uma sequência de instruções que, se mal interpretadas, podem levar a conclusões incorretas. Investigar as imagens que geralmente acompanham o texto escrito, complementando seu sentido, auxilia na compreensão do conteúdo.
Texto jornalístico
Ao aproximar o conteúdo escolar dos fatos cotidianos, reportagens de jornais e revistas (sobretudo as de divulgação científica) possibilitam discussões sobre saúde, alimentação, meio ambiente e tecnologia.
Ele têm linguagem mais simples e permitem que assuntos controversos entre os cientistas sejam discutidos pelos alunos.
Texto expositivo
Característico dos artigos científicos, também aparece nos livros didáticos. É um texto fechado, sem espaço para várias interpretações. "Baseado em comprovações obtidas por meio de experiências, o autor deixa claro o caminho que fez para chegar à conclusão, comprovando ou refutando uma hipótese inicial", diz Marcos Engelstein. O livro didático tem a vantagem de simplificar o discurso científico. Mas, para fazer os alunos avançarem, é preciso colocá-los em contato com textos que circulam no meio acadêmico, mais complexo.
Todos os recursos do livro didático

Foto: Marcos Rosa
Na EMEF Mauro Faccio Gonçalves-Zacaria, a professora promove uma exploração das páginas antes de ler um texto sobre a água
1 - Destaque
As palavras grafadas no texto em cores diferentes fornecem pistas sobre o tema tratado ("a água está presente na sua vida", "salvar nossas fontes de água")
2 - Texto
Com informações sobre o uso da água no planeta, funciona como uma amarração entre os recursos gráficos e textuais da página
3 - Fotos
As três abordam o tema água, cada uma de uma perspectiva (histórica, econômica e ambiental). As legendas contextualizam o local de produção - somos informados que a imagem da poluição, por exemplo, é do rio Tietê
4 - Atividades
As duas propostas de trabalho (elaboração de lista e produção de um texto) pedem a participação ativa do aluno, incentivando a ampliação de conhecimentos
5 - Tabela
Recurso bastante presente nos textos científicos, apresenta dados numéricos para comprovar uma ideia ou fazer uma comparação
Lorena Verl- http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/conhecer-questionar-textos-expositivos-instrucionais-525607.shtml
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